Revolução Neolítica: quando nos tornamos agricultores
A revolução neolítica: como nossa espécie deixou de viver da caça e tornou agricultor? O ser humano sapiens (nós) durante toda a Pré-História viveu da coleta, comia o que encontrava. Ou seja, assim como os macacos e outros animais. Depois se tornou caçador, sobretudo depois que aprendeu a manipular o fogo. Ou seja, com tochas encurralavam rebanhos rumo a precipícios onde muitos bichos apavorados se jogavam. Dessa forma e conseguiam obter uma enorme quantidade de carne.

A vida antes da Revolução Neolítica
Após o domínio do fogo podiam assar essa carne e conserva-la mais por um bom tempo. Enfim, caçavam mais facilmente zebras e antílopes, mas também mamutes. Estes, quando não capturados em armadilhas eram mais difíceis de serem caçados. Um mumute podia, por exemplo, investir contra os caçadores e feri-los. Esse era o lado menos divertido em seu estilo de vida antes da Revolução Neolítica.

Os povos que hoje vivem como o antigos sapiens antes da Revolução Neolítica
Antropólogos que estudaram as tribos de coletores-caçadores ainda existentes em algumas regiões da África, da Amazônia e do Ártico, perceberam que se dedicam bem menos tempo em prover sua subsistência. Esses povos tem tempo para conversar com o pessoal da tribo, brincar com crianças, dormir, conversar junto da fogueira, pescar. Enfim, ter mais tempo para uma espécie de vida social, à noite conversar junto da fogueira. Caça, coleta, ou agricultura primitiva da Revolução Neolítica: o que era melhor como gênero de vida??

A vida após a Revolução Neolítica era boa?
Após a Revolução Neolítica os agricultores acordavam cedo para arar a terra, rega-la, cultiva-la, colher seus frutos. Trabalhando, assim, em média, 10 horas diárias, de manhã à noite. Caçadores coletores tinham ainda outra vantagem. Ou seja, tinham uma dieta mais saudável e variada. Consumiam ovos, mel, carne, frutas, raízes e grãos de trigo e outros cereais selvagens. Os primitivos agricultores consumiam principalmente cereais, o trigo em especial, além de alguma carne.

A agricultura anterior Revolução Neolítica e a agricultura moderna
E enquanto os coletores-caçadores não precisavam se preocupar em tomar conta de sua comida, os agricultores, após a Revolução Neolítica, tinham, porém, que vigiar seus depósitos. Aliás, alguns estudiosos acreditam que essa ameaça de serem roubados teria gerado conflitos e as primeiras guerras. Ou seja, um grupo tentando roubar a comida e a propriedade alheia. Claro que isso não tem ver nada a ver com a realidade da agricultura nos tempos de hoje. Enfim, nossa agricultura é hoje em dia produtiva e emprega tratores e alta tecnologia.

A caça e a coleta nos dias de hoje
Mas, a bem da verdade, a disputa pela terra é ainda uma realidade. Principalmente porque uns poucos possuem latifúndios e muitos detém pequenos lotes de terra para plantar, e assim vivem pobremente. Mas, o homem não tem muito onde caçar e coletar alimentos, nos dias de hoje, na maior parte do planeta. Ou seja, a caça e a coleta só existe atualmente em poucos lugares no mundo atualmente. Só no Ártico, onde os esquimós até hoje caçam focas, em tribos isoladas da Amazônia, na África e poucos lugares.

Ser feliz é consumir loucamene?
Sempre me perguntei se os índios de tribos isoladas no meio da Amazônia, afinal, não vivem melhor do que nós. Devem ter mais lazer, tempo de ficar com os filhos, pescar, descansar. Nós sapiens modernos temos a visão de que viver a vida é consumir. Em outras palavras, ser feliz é ter carrão, ficar comprando roupas novas o tempo todo, enfim, ostentar. Nós do “Sonhos de Viagem”, porém, achamos que ostentação é ter um passaporte cheio de carimbos… Afinal, operários ou mesmo funcionários de empresas, também trabalham o dia todo durante trinta anos. Por isso mesmo, consideramos que essa jornada de 48 horas semanais tá mais do que na hora de acabar.

Além disso, aguentam horas no trânsito, têm somente um mês de férias anuais. Isso apenas para ganharem do que viver, enquanto os grandes capitalistas enchem os bolsos. Nós do “Sonho de Viagem” já pensamos até mesmo, em virar índios. O diabo é que na na selva não tem computador, nem cerveja… Além disso amamos viajar! É uma escolha de vida para nós conhecer outras culturas no mundo.
Nossa filosofia de viagem
Todos nossos vídeos têm o turismo como tema. Assim também, temas correlatos, como “gastronomia em viagem” ou “vinhos em viagem” que igualmente se enquadram no tópico turismo. Nossos vídeos refletem assim nossa filosofia de viagem e de vida. Portanto, quando viajamos, não queremos apenas visitar atrações turísticas ou curtir belas paisagens. Afinal, isso é parte importante da viagem, sem sombra de dúvida. Curtimos, porém, conhecer a cultura, costumes, a gastronomia do país, sua arquitetura, sua produção artística e sua religião.

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