Livro; O Ouro Maldito dos Incas

045 – Anno de 1538 – “O Ouro Maldito dos Incas”- Pizarristas atacam almagristas em Cusco

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“O Ouro Maldito dos Incas”- Pizarristas atacam almagristas em Cusco

Almagristas tentam retomar Cusco

Pizarristas atacam almagristas em Cusco, como já desconfíavamos que iria acontecer. Quem aparentemente tinha razão era Orgóñez. Ou seja, com Hernando em liberdade, os pizarristas logo decidiram retomar Cusco. Hernando, que devia escoltar o ouro a ser enviado à Corte, permaneceu, porém, no Peru. Precisava ajudar Gonzalo. Foi, aliás, nomeado por Francisco Pizarro comandante de suas forças. Teve, assim, início de uma corrida rumo ao altiplano. Afinal, Almagro, sabendo que Hernando se dirigia para a capital inca, logo deixou as terras baixas e partiu também afobado rumo a Cusco.

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Retorno a Lima

Eu voltei com Pizarro para Lima. É possível, aliás, que o Gobernador tenha preferido me poupar de participar de combates contra Almagro. Enfim, ele sabia que eu tinha boas relações com seu sócio. Não quis, portanto, me enviar para Cusco com as tropas comandadas por seus irmãos. Creio, igualmente, que ele precisava de veteranos acostumados com os índios. Ou seja que falassem quéchua para ajudá-lo em Lima.
Enfim, como tudo em Nueva Castilla era comentado, fiquei sabendo sobre os combates próximos a Cusco. Soldados que participaram da batalha de Las Salinas entre almagristas e pizaristas me contaram. Ou seja, no começo de abril de 1538, os dois exércitos espanhóis estavam frente a frente num descampado nas vizinhanças de Cusco. Apenas por um riacho separavam as tropas.

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Combate entre os espanhois em Cusco

Um final esperado

O desfecho já era, aliás, previsto. Afinal, o lado pizarrista era mais numeroso e tinha também melhores capitães. Entre eles Hernando Pizarro. Ainda mais, Almagro, doente, não pode participar diretamente da batalha. Dessa forma, nomeara comandante de suas tropas o aguerrido Rodrigo Orgóñez e assistiu ao combate do alto de uma colina. Aliás, parte de seus homens, passaram para o lado adversário. Dessa forma, aceleraram o desfecho. Um dos soldados, que, por estar ferido no pé, não participara dos combates estava na colina ao lado do Adelantado. Assim, nos disse que, quando as deserções começaram, Almagro teria comentado apenas:
Pensei que tivéssemos vindo aqui para combater…

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Almagro se rende a Alonso Alvarado

Foi, portanto, o início de uma debandada. Orgóñez, o comandante almagrista, cercado, tentou se render. Foi, porém insultado, derrubado do cavalo e degolado friamente. Almagro, assombrado, decidiu assim refugiar-se na fortaleza de Sacsayhuamán. Foi igualmente capturado e obrigado a render-se a Alonso de Alvarado. Este, aliás, evitou por pouco sua execução por soldados mais exaltados. Preferiu conduziu-lo à prisão no templo de Coricancha. Afinal, meses antes, Alonso era prisioneiro de Almagro. Ou seja, agora a situação se invertera. Para viva satisfação do primeiro, diga-se de passagem. Ou seja, estava muito feliz por poder se vingar do Adelantado, que o levara acorrentado a Cusco.
Após o fim dos combates os pizarristas entraram em Cusco, onde saquearam as casas dos homens de Almagro, muitos dos quais foram mortos a golpes de sabre. Ou seja, qualquer facção que entrasse em Cusco sempre saqueava a cidade. Alguns deles, aliás, eu conhecia.

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Os indios aliados…

Por sua vez, os índios que Almagro recrutara para seu exército, vendo a derrota de suas tropas, voltaram-se contra os soldados, mataram os feridos e roubaram suas roupas, deixando-os nus. Esse comportamento da parte dos índios ocorreria mais tarde em outras batalhas. A lealdade dos nativos era sempre com o mais forte. Quando viam que os espanhóis que os engajaram estavam perdendo o combate, mudavam de campo. Que motivo tinham, afinal, para serem fiéis a uma ou outra facção espanhola? Depois de tudo o que passaram nas mãos dos conquistadores?

Oa amigos morrendo um a um

Entre os mortos do lado pizarrista estava Álvaro de Toledo. Em um final de tarde em Lima, sentado em um banco em frente à nossa casa, recordei-me de nosos papos nas noites frias do altiplano. Era quando me reunia com ele e outros soldados. Em suma, era mais um que se fora.
Meu primo tivera a sensatez de voltar para a Espanha. Meus demais amigos, porém, morreram todos.Assim aconteceu com Ortiz, ao despencar nas águas geladas de um rio de montanha. O galego foi flechado. Agora fora a vez de Álvaro, morto por nossos próprios compatriotas… Quando chegaria a minha vez? Além disso, aos poucos, os índios, igualmente, entenderam a melhor mandeira de enfrentar espanhois. Usavam agora principamente fundas e flexas, longe, portanto de suas lanças e sabres de ferro.

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“Dar um jeito em Almagro”

Um companheiro estava em Cusco quando da prisão de Almagro. Assim, convivera de perto com os irmãos Pizarro. Pode, portanto, contar detalhes do que ocorreu após a derrota do Adelantado. Ou seja, ao que parece, depois de um bom tempo preso, vendo que nada acontecia, Almagro, mandou chamar Hernando. Pediu explicações. Este, porém, desconversou. Disse que em breve Francisco Pizarro chegaria a Cusco e decidiria sobre sua libertação. Assim, Almagro acalmou-se. Acreditava que seu antigo sócio nunca deixaria que ele fosse executado. Foi talvez o que também pensaram Hernando e Gonzalo, que temiam que Francisco acabasse deixando Almagro em liberdade. Acabaram conversando entre si e decidindo que tinham logo que “dar um jeito em Almagro”. Antes, portanto, que o irmão Francisco impedisse.

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Vinho na cela

Almagro fora para a prisão. Logo iniciaram-se as sessões de julgamento em um tribunal montado às pressas, que juntou acusações contra o Adelantado. Ter ocupado Cusco à força, ter feito um pacto com o líder índio Manco Yupanqui Inca. Acusaram-no, igualmente, até ter desviado ouro pertencente à Coroa. Essas duas últimas acusações nunca foram, entretanto, comprovadas. Circulavam entre os soldados relatos de que Almagro, mantido na ignorância dos fatos, recebia visitas cordiais de Hernando. Este que mandava lhe servir boa comida e até, mais de uma vez, lhe ofereceu vinho que recebera da Espanha.

Uma longa viagem

Logo você deve se preparar para uma longa viagem. O prisioneiro acreditava que sua longa viagem seria para Lima. Hernando e Gonzalo, porém, aceleravam o processo para que o Adelantado fosse julgado rapidamente. Entre os soldados, entretanto, ele comentou como iludia Almagro.
Ele acha que vamos enviá-lo a Lima… Mas a sua viagem será para o inferno!
Finalmente, um dia, Hernando lhe recomendou que se confessasse.

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Para o confessionário

O Adelantado o olhou desconfiado e implorou que o enviassem a Francisco Pizarro. Fernando, porém, negou com um movimento de cabeça:
Você não será enviado ao enconto de Francisco, meu irmão. Será enviado direito ao confessionáriorio. O padre já o espera. Trate de confessar-se… Seu fim chegou.
Almagro tentou argumentar que fora em boa parte graças a ele que Hernando conseguira tanto ouro e também honrarias. Disse também que fora companheiro de Pizarro desde o começo da conquista. Ou seja, muito do que fora alcançado devera-se a seus esforços. Isso era, aliás, verdade. Hernando, porém, não lhe deu atenção.
Procure confessar-se. Ou vai morrer no pecado? O senhor é um Adelantado, não mostre fraqueza na hora de morrer. Entre no confessionário!

Morte decidida

Inicialmente, Almagro recusou-se a se confessar. Acreditou, assim, que não o deixariam morrer inconfesso. Logo, entrentanto rendeu-se à realidade. Ou seja, percebeu que, confessando-se ou não, seria executado. Assim, aceitou receber um padre em sua cela. No dia seguinte foi conduzido ao tribunal, onde ouviu as acusações feitas contra ele. Protestou contra o julgamento. Disse era aquilo era uma farsa. Não conseguiu, porém, mudar a sentença. Tampouco adiar a execução. Sua morte já era, portanto, coisa decidida. Encarou seus acusadores.
Esse tribunal de covardes não foi constituído para me julgar. É para me executar. Vocês terão minhas velhas carnes. Mas pagarão por isso. Deus não os deixará impunes!

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Uma execução discreta

Dada a importância do condenado Hernando e Gonzalo temeram uma reação dos almagristas. Dessa forma, o tribunal decidiu que a execução não seria pública. Por precaução, aliás, Hernando postou soldados em pontos estratégicos da cidade. No começo da tarde de 8 de julho de 1538, um carrasco foi enviado à cela de Almagro, busca-lo. Foi sufocado pelo humilhante garrote vil.
Ele era dos dois principais conquistadores do Peru. Fora igualmente responsável por mudanças na vida de milhares de pessoas na Espanha. E também por um grande número de mortes no Império Inca. Agora também encontrara seu fim. Passou frio, fome, aofreu. Assim, garantiu uma fortuna ao tesouro espanhol. Porém morreu miseravelmente e foi jogado no fundo de uma cela mergulhada na obscuridade. Mais tarde um dos soldados entrou para retirar o corpo. Relatou que o velho tinha a língua roxa e seu único olho estava arregalado.

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O corpo exibido degolado

Hernando, notou que não houve tumulto após o anúncio da morte do Adelantado. Assim, mandou que o corpo fosse levado para a praça. Lá o mesmo carrasco meio corcunda e de olhar sinistro que o executara o degolou. Apoiou sua cabeça num tronco e a decepou com uma espada. Seu cadáver permaneceu ali a tarde toda. Só foi retirado à noite por um de seus escravos. No dia seguinte, os monges de La Merced lhe deram uma sepultura. Sua cabeça foi depositada aos pés do corpo. Para sinalizar, portanto, que fora condenado por traição.

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Rumo a Cusco

Em Lima, quando soube da derrota das tropas almagristas, Pizarro festejou. Aproveitando-se da calma reinante em Lima, resolveu seguir para Cusco. Queria seguir de perto os acontecimentos. Mais uma vez o acompanhei. Toda uma tropa nos acompanhou. À frente os cavaleiros. Atrás peões, índios e escravos africanos. Eram eles que transportavam barracas e comida. Era um caminho que eu já conhecia, de grande beleza.

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As belas paisagens andinas

Nitaya e Ñusta

Apenas senti pena de deixar Nitaya e Ñusta, que adotei como uma segunda companheira. Mulheres espanholas nunca aceitariam uma situação como essa. Porém, com as nativas era situação comum. Muitos soldados, aliás, tinham mais de uma índia como concubina. Várias foram as nativas adotadas por soldados quando um deles morria. Foi, aliás, a própria Nitaya que chamou a amiga para perto dela na primeira noite em Lima, quando nos deitamos para dormir. Eu não poderia oferecer Ñusta a um espanhol ou descartá-la com a filha. Ortiz e eu já havíamos falado disso. Se algo acontecesse a um de nós, o outro assumiria sua companheira.

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Nitaya e Ñusta

A única coisa que lhe peço, amigo, é que sempre a trate bem e a proteja, pediu ele.
Além disso, as duas desejavam ficar juntas e imploraram que suas crianças não fossem separadas. Tudo aquilo me confundiu. A verdade é que Ñusta e sua filha estariam mais seguras comigo. Sozinha, Ñusta seria vendida como escravas para algum vecino. Era, enfim o que poderia muito bem ocorrer se eu a abandonasse.

Os costumes amorosos após a conquista do Império Inca

A maioria dos soldados ficava um tempo com uma índia e depois a passava para outro. Às vezes a infeliz era comprada por um encomiendero. Ou, pior, posta na rua com suas crianças. As mais novas, porém, quanto mais bonitas, eram disputadas pelos soldados espanhois. Alguns, que tinham uma variedade de concubinas, chegavam a alugar a moça aos companheiros. Igualmente trocavam as indiazinhas entre si por algumas noites. As nativas não questionavam nada. Enfim, ficavam felizes quando eram pelo menos bem tratadas.

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As jovens índias mais disputadas

Cristãos podem ter duas esposas?

Eu, de meu lado, já estava habituado com Nitaya e Ñusta e com seus cuidados para comigo. Assim, quando acordava, um copo de chicha já me esperava. Continuavam igualmente a me servir chá de coca, que servia para evitar os incômodos da altitude. O faziam mesmo em Lima, praticamente ao nível do mar. Que situação era aquela? Eu era o marido delas? Não. Cristãos não têm, diante de Deus, duas esposas. E, mesmo que fosse apenas Nitaya, não seria um casamento. Enfim, não como eu teria com uma espanhola.

Esposa ou escrava?

Mas, também, não eram minhas escravas. Aliás, eu não queria que as crianças tivessem mães escravizadas. Então, vivia como era possível viver naquele mundo que criáramos nas colônias. A única coisa que fiz foi pegar a Bíblia e começar a ler. Depois de um tempo, porém, achei que aquilo não tinha sentido. Não encontre, aliás, passagem alguma na bíblia que falasse desse tipo de pecado. Aliás, após a morte de Ortiz comecei a não dar mais muita importância à religião.

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Ler a Bíblia não ajudou

Pizarro é avisado da execução de Almagro

Sem demasiada pressa, o Gobernador foi parando em povoados pelo caminho. Entre eles Jauja, onde foi recebido com festas e passou uns dias. Para mim foi interessante e nostálgico. Adorei, por exemplo, percorrer as mesmas serras e vales que tanto tinham marcado minha vida nos últimos anos. Naquele altiplano selvagem eu combatera, matara, quase fora morto. Vira soldados morrerem, mas tivera momentos felizes com Nitaya. Também me reunia com meus amigos, à volta da fogueira. Foram noites de céu estrelado que nunca esquecerei. Foi, igualmente, viajando por aquela região bela e rude que aprendi com Achachíc sobre seu povo. Um povo cuja história eu ajudara a mudar. Para pior, sou obrigado a reconhecer com certa tristeza.

Mensagem de Cusco

Dias após deixar Jauja, quando nos preparávamos para atravessar o rio Abancay, fomos surpreendidos por um mensageiro inca. Fora enviado de Cusco pelos irmãos de Francisco Pizarro. Eles os utilizavam por serem mais rápidos nas trilhas do que os espanhois a cavalo. Uma carta de Hernando anunciava a execução de Almagro. Embora tivesse festejado a derrota de seu antigo sócio, Pizarro ficou abalado ao saber de sua morte. Seu rosto se contraiu, ele permaneceu calado, de cabeça baixa. Seus olhos se encheram de lágrimas. Conforme sua índole, não comentou nada, fechou-se em si mesmo. Manifestou apenas a vontade de seguir imediatamente para Cusco.

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A chegada a Cusco

Dias depois, o Gobernador, mal-humorado como nunca eu o vira, entrou na cidade. Encontrar Hernando o deixou ainda mais irritado. Pizarro, entretanto, nunca o desaprovou publicamente. Creio que certamente censurava a si mesmo por não ter se apressado. Teria, assim, chegado a Cusco a tempo de salvar a vida de Almagro. Francisco Pizarro e Diego de Almagro tinham começado sua missão pobres e mal equipados. Lado a lado, lutaram, enfrentaram momentos que fariam outros homens desanimar. Obtiveram vitórias que pareciam impossíveis. Enfim, conquistaram um império tão populoso quanto Espanha e Portugal somados.

Pizarro irritado com os irmãos

Criaram uma verdadeira amizade. E, depois de tudo o que passaram juntos, o sócio e amigo do Velho foi morto por seu irmão. Pizarro já agira de modo cruel, mas tinha um lado sentimental. Sabia que nada teria conseguido sem a ajuda de Almagro. Da mesma forma, Almagro nunca teria tido sucesso sozinho. Talvez pensando nisso, em Cusco, o Gobernador manteve certa distância de seus irmãos. Isolou-se em seu palácio com suas índias. Ou seja, não queria muita conversa com ninguém.

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Perdeu, aliás, a paciência quando recebeu a visita de encomienderos que reivindicavam mais poder.
É a cobiça que nos faz tanto mal! Vocês já têm mais ouro do que sonharam em suas vidas miseráveis!
Nenhum deles se atreveu a retrucar. Ou seja, exploravam os índios de forma arrogante. E, igualmente, sempre queriam mais. Eram de fato responsáveis pela a indignação dos índios contra os espanhois.

Siga o relato:

Como um analfabeto no comando de menos de duzentos homens, com pouca ou nenhuma experiência militar, conseguiu dominar um império de doze milhões de pessoas ?

Siga a continuação desta postagem: A guerrilha inca

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