Cultura geral

A História do Cinema

A história do cinema

A história do cinema começou no final do século XIX, em 1895, quando os irmãos Auguste e Louis Lumière inventaram o cinematógrafo. Era um equipamento portátil que filmava, revelava e projetava as películas as imagens. A primeira exibição pública e paga ocorreu em 28 de dezembro de 1895, em Paris. Assim, desde o registro de cenas cotidianas mudas, a sétima arte evoluiu com a chegada do som (década de 1920) e das cores. Dessa forma, transformou-se na moderna indústria global de narrativas que conhecemos hoje.
Os primórdios do cinema foram, enfim, marcados pelo fascínio humano em capturar e projetar o movimento. 

O cinematógrafo dos irmãos Lumière

O cinema mudo

O cinema mudo abrange os primeiros 30 anos da história cinematográfica (de 1895 ao final dos anos 1920). Sem som sincronizado, as produções contavam histórias puramente através da imagem, mímica e, em muitos casos, legendas. As exibições eram acompanhadas por orquestras, pianistas ou músicos ao vivo nos cinemas. As pessoas aplaudiam batiam palmas!

O cnema mudo

Obras primas

Os melhores filmes do cinema mudo são hoje em dia considerados verdadeiras obras-primas que definiram a linguagem visual da história do cinema mundial. Dessa forma, entre os títulos mais aclamados por rankings e especialistas no assunto, destacavam-se as produções revolucionárias nas comédias de humor (bem engraçadas, aliás!), bem como no expressionismo de terror e até mesmo, na ficção científica.

Charlie Chaplin 

Charlie Chaplin, (conhecido como Carlitos no Brasil), foi o maior gênio do cinema mudo, eternizado pelo icônico personagem “O Vagabundo”. Através da mímica, ele dispensou as palavras e transformou o silêncio em uma linguagem universal, usando a comédia pastelão para fazer críticas sociais e políticas profundas. Ou seja, é impossível pensar em cinema mudo, sem pensar em Chaplin. Impossível, igualmente, esquecermos desse personagem irreverente com seu chapéu côco, sua bengalinha, sempre encrencado com a polícia.

Charlei Chaplin

Os países que mais produzem filmes

Nos dias de hoje muitos países produzem filmes. Mas, os maiores produtores são a Índia, a Nigéria (quem diría!) e os Estados Unidos. Ou seja, embora Hollywood seja a indústria cinematográfica mais famosa e lucrativa do planeta, o mercado indiano (Bollywood e outros polos regionais) e o mercado nigeriano (Nollywood) superam amplamente os americanos em quantidade de longas-metragens lançados todos os anos.

Quantidade não significa qualidade

Nem sempre quantidade significa qualidade. Ou seja, muitos filmes são chanchadas sem interesse. Outro detalhe, aliás, chama a atenção: o cinema é normalmente o reflexo da cultura do país onde é produzido. Em outras palavras, cada país tem, dessa forma seu estilo de filme. A verdade é que, mesmo que a maioria dos diretores encarem o cinema como uma arte, outros produzem filmes vagabundos em série, pensando apenas na grana.

O cinema de cada país reflete sua cultura

É fato. Assim, por exemplo, os filmes indianos são meio moralistas. Em outras palavras, sem beijos, nem amassos. É a cultura do país. Os filmes norte-americanos, por exemplo, sobretudo os chamados “filmes de ação” são sempre violentos, com tiroteios e mortes. Os europeus, por sua vez, são intimistas, refletindo o estado de alma dos personagens. Entre os filmes europeus, os franceses são os mais sexualizados. Os pais de família americanos não querem que seus filhotes assistam esse tipo de filme. Logo o que a molecada mais gosta…
Os brasileiros e latino-americanos são uma mistureba de realidades, como política, comédia, sexualidade etc.

Nenhum país do mundo em tanta gente apontando
armas para alguém

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